Indenizações e reparação de danos
Se você sofreu um prejuízo financeiro ou moral causado por uma pessoa ou empresa, é possível avaliar a existência de responsabilidade e os meios de reparação juridicamente cabíveis.
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Danos materiais e morais:
análise de prejuízos patrimoniais e extrapatrimoniais.
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Problemas com consumo e serviços:
falhas na prestação de serviços, compras on-line, produtos com defeito e cancelamentos.
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Negativação indevida:
avaliação de cobranças inexistentes, já pagas ou não reconhecidas.
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Golpes e fraudes on-line:
organização das provas e avaliação de medidas para tentar bloquear ou recuperar valores.
Negócios, imóveis e veículos
A transação de bens exige atenção aos documentos, às responsabilidades e às condições previstas no contrato.
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Compra e venda de imóveis:
elaboração, análise e revisão de contratos, além da avaliação de problemas com obras ou rescisões.
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Compra e venda de veículos:
conflitos envolvendo vícios ocultos, transferência, documentação e possíveis fraudes.
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Locação:
contratos residenciais, cobrança de aluguéis e avaliação de medidas relacionadas ao despejo.
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Conflitos de vizinhança:
limites de terrenos, obras, infiltrações, barulho e demais questões relacionadas ao direito de vizinhança.
Notificações extrajudiciais e contratos diversos
Muitos problemas podem ser prevenidos ou encaminhados antes de uma ação judicial, por meio de documentos claros e comunicação formal.
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Notificações extrajudiciais:
cobrança de dívida, exigência de cumprimento de obrigação ou formalização de uma situação.
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Resposta a notificações:
análise de documentos recebidos de cartórios, empresas, advogados ou outras pessoas.
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Acordos extrajudiciais:
elaboração de termos para organizar obrigações e buscar o encerramento do conflito.
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Contratos:
análise de cláusulas, responsabilidades, prazos, multas, garantias e hipóteses de rescisão.
Família e sucessão
Questões familiares e sucessórias envolvem patrimônio, relações afetivas e decisões que podem produzir efeitos por muitos anos.
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Inventários:
condução e organização de procedimentos judiciais ou extrajudiciais, conforme o caso.
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Partilha de bens:
análise da composição patrimonial e das possibilidades de divisão.
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Planejamento sucessório:
avaliação de testamentos, doações e outras ferramentas permitidas pela legislação.
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Acordos familiares:
organização de soluções para reduzir conflitos e preservar o patrimônio.